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Rota Vicentina

Trilho de longa distância

Caminhar a Rota Vicentina

O sudoeste selvagem de Portugal a pé: o Trilho dos Pescadores sobre o Atlântico e o Caminho Histórico no interior, por entre sobreiros e aldeias tranquilas.

Ver caminhadas — Rota VicentinaParceira oficial da Rota Vicentina
~750 km de trilhos marcadosMelhor na primavera e no outonoModerada, etapas ajustáveisMalas transportadasApoio 24 horas

A Rota Vicentina é uma rede de trilhos marcados no litoral alentejano e vicentino do sudoeste de Portugal, com cerca de 750 km de caminhada. Os seus dois grandes percursos são o Trilho dos Pescadores (226,5 km, no alto das falésias sobre o Atlântico) e o Caminho Histórico (263 km, pelo interior, entre sobreiros e aldeias), mais 24 percursos circulares.

Caminhar no Trilho dos Pescadores sobre o Atlântico

Como é caminhar aqui

Areia macia, ar salgado e muito céu

O Trilho dos Pescadores é o mais selvagem. Caminha-se em areia e trilhos de falésia, com o Atlântico de um lado, por entre cegonhas que nidificam nos farilhões e o cheiro a esteva e a sal no vento. É o mais exigente para os pés, e o mais bonito.

O Caminho Histórico, no interior, é mais suave e verde, por sobreiros, eucaliptos e pequenas aldeias caiadas, onde o almoço é o que a cozinha fez nessa manhã. A maioria faz um troço de um, ou junta os dois.

O percurso

O Trilho dos Pescadores, etapa a etapa

O troço mais percorrido é o Trilho dos Pescadores a norte, quatro etapas costeiras de Porto Covo até Odeceixe, ao longo do litoral alentejano. Depois segue para o Algarve, em direção a Lagos.

  1. Porto Covo

    início

    Uma vila piscatória caiada, o início a norte.

  2. Vila Nova de Milfontes

    16,5–19,5 km

    Praias de areia, dunas e a Ilha do Pessegueiro, onde o Mira encontra o mar.

  3. Almograve

    12–15 km

    Um barco-táxi atravessa o estuário do Mira; vegetação costeira e campos.

  4. Zambujeira do Mar

    Praias entre falésias e o coração da costa vicentina.

  5. Odeceixe

    fim das etapas alentejanas

    Praia fluvial na fronteira Alentejo–Algarve; o trilho continua para sul, até Lagos.

Pelo caminho

Destaques do trilho

Porto Covo

Porto Covo

O início a norte, pequeno e caiado

Vila Nova de Milfontes

Vila Nova de Milfontes

Onde o Mira encontra o Atlântico

Odeceixe

Odeceixe

Praia fluvial na fronteira Alentejo–Algarve

Quando caminhar

Melhor altura para caminhar a Rota Vicentina

A melhor altura para caminhar a Rota Vicentina é a primavera (março a maio) e o outono (setembro a outubro), com temperaturas amenas e dias longos. O inverno é tranquilo e caminhável junto à costa; o pino do verão é quente e exposto nas etapas costeiras mais longas.

Primavera

Melhor

15–22°C

Flores silvestres, dias amenos, a costa no seu melhor verde.

Flores silvestres • Temperaturas amenas

Verão

22–30°C

Quente e exposto nas falésias. Inícios cedo, etapas mais curtas.

Dias longos • Brisa costeira

Outono

Melhor

18–25°C

Mar morno, tempo estável, menos caminhantes.

Trilhos sossegados • Luz suave

Inverno

10–17°C

Tranquilo e verde, com aguaceiros atlânticos pontuais. Caminhável e calmo.

Sossego • Costa verde

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